13.11.15

1 MÊS ✶



Foi um mês que passou a correr.

Primeira metade com a mãe numa ansiedade de ela vir para casa, e na segunda metade, num namoro constante com ela em casa.

Temos uma aventura grande pela frente e estou tão feliz que faças parte desta jornada, juntamente com a tua mana, papá, e mamã...

(Mais aventuras fotográficas desta minha chunky monkey no instagram @ballonblanc)

11.11.15

#ballonblancbabe2


13.10.2015 | 16:20h | 4.130kg | 51cm

Tardou mas chegou. Tanto o post como ela, que veio só depois das 40 semanas.

Para supresa de muitos, que não sabiam da minha gravidez, eis que tenho um bebé. A linda gorduchita que veio juntar-se a esta família que tanto ansiava pela chegada dela.
Não divulguei a minha gravidez talvez por medo, ansiedade e nervosismo. Não foi fácil e após análise pela parte dos médicos do meu historial, esta gravidez foi considerada de risco e a precisar de mais vigilância e cuidados. Os exames indicavam tudo bem com ela mas seria bom precaver, devido ao passado.
A meio da gravidez vim para Portugal... para descansar, parar...
Tudo correu bem.

Dia 13 nasceu e tudo correu bem outra vez... até ao dia em que íamos ter alta. O pediatra detectou-lhe uma taquicardia supraventricular e antes que eu pudesse processar o que se estava a passar e porquê, já estaria ela ligada a máquinas nos cuidados intensivos.
Foi um choque, uma angústia porque nunca imaginei que algo aflitivo me pudesse acontecer outra vez.
Por ignorância, achei que tudo se pudesse resolver em 1 ou 2 dias e que logo, logo ela viria para casa. Esses dois dias transformaram-se em 16 na Neonatologia. Os planos foram trocados e o tempo passou a ter que ser vivido ao dia-a-dia, na esperança que os medicamentos pudessem controlar os episódios. Esperar...esperar... Perdi a noção do tempo.
Nenhuma anomalia estrutural lhe foi detectado no coração, o que foi um alívio enorme.

Agora está em casa bem e calma. Contudo medicação constante até fazer 6 meses, e depois o desmame até um ano.

Os primeiros dias dela e o tempo de recém-nascido foi passado assim, como mostra as fotografias. Entre fios e apitos, tirava-lhe da incubadora quando podia para lhe dar o conforto e carinho que uma mãe tanto quer e suspira por dar.

Porque assim foram os primeiros dias dela, e assim o retrato, sem folhos e pompa e circunstância. Esta minha filha veio ao mundo e começou assim, como uma guerreira.
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